Raça Minhota

A designação oficial da raça corresponde à toponímia da região tradicional de produção, o Entre Douro e Minho, na qual se insere o seu solar e onde se encontra a maior parte do efectivo da raça.

Bernardo Lima (1873) dividia esta raça em três grupos ou famílias, de designação correspondente à região de produção ou à cor da pelagem: Viannezes ou Vermelhos, Marellos e Braguezes. O grupo dos vermelhos expandiu-se e absorveu os restantes grupos, dando origem à população base desta raça. Estas designações ainda são utilizadas por muitos criadores que frequentemente atribuem aos seus animais os nomes de Vermelha ou Marela.

 

 

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Ao longo da sua história a raça foi designada por “Minhota ou Galega” (Bernardo Lima, 1973; Diffloth, 1914; Amorim, 1928; Direcção Geral dos Serviços Pecuários, 1941; Machado 2000), Galega (Paula Nogueira, 1900; Garcia et al., 1981) e Minhota (Miranda do Vale, 1906 e Frazão, 1987). 

No início do Registo Zootécnico a designação adoptada foi raça Galega, denominação que se manteve até 2002 e que ainda é comum entre grande parte dos criadores. A necessidade de distinção entre esta raça e a Rubia Gallega, obrigou à adopção do nome Minhota como designação oficial.